Nas manhãs FRIAS, Ele, nos AQUECIA; nas manhãs TRISTES, Ele, nos ALEGRAVA.., Nas tardes ARDENTES, Ele, nos APASCENTAVA.., nos - ACRESCENTAVA!
Assim era AYRTON..,
A todos PREENCHIA e, a nada TEMIA!
RECORDES sobre RODAS; RODAS sobre RECORDES: Aiyton! Ayrton! AYrrrrrrrrrrrrrrrton SENNA do BRASIL!
A musiquinha, quê, do NADA, nos contagiava; do
TUDO, nos isolava..,
A musiquinha, quê, do NADA, nos contagiava; do
TUDO, nos isolava..,
Na voz do locutor, ainda que anunciada, gritos, incontidos.., de - VITÓRIA, nos aguardava!
Mas sempre, SEMPRE!, a multidão, em êxtases, com AYRTON.., se - perdoava.., chorava.., Se abraçava!
Como magia, o Mundo, no PODIUM da - VITÓRIA, com Ele, se ENCANTAVA..,,
Mas sempre, SEMPRE!, a multidão, em êxtases, com AYRTON.., se - perdoava.., chorava.., Se abraçava!
Como magia, o Mundo, no PODIUM da - VITÓRIA, com Ele, se ENCANTAVA..,,
.., Nas RETAS, as CURVAS.., nas CURVAS, a VORAZ... IDADE.., na VORAZ-CIDADE, a TAMBURELLO.., e, em IMOLA.., um GRITO de MORTE..,
Ah.., a MORTE!? CRUEL .., Ali, a nos espreitar!
Vinte longos anos nos separam das MANHÃS QUENTES.., agora, FRIAS.., VAZIAS.., Sem a MUSIQUINHA que, tão - GENEROSA, nos dizia: AYRTON! AYRTON! AYRRRRRRRRRRRRRRRRTON SENA do BRASIL, ZIL, ZIL!!!
Ah.., a MORTE!? CRUEL .., Ali, a nos espreitar!
Vinte longos anos nos separam das MANHÃS QUENTES.., agora, FRIAS.., VAZIAS.., Sem a MUSIQUINHA que, tão - GENEROSA, nos dizia: AYRTON! AYRTON! AYRRRRRRRRRRRRRRRRTON SENA do BRASIL, ZIL, ZIL!!!


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