Sangrando até a alma, o presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, tenta assimilar o golpe baixo desferido pelo presidente do agora, desafeto, Carlos Miguel Aidar, atual presidente do São Paulo F.C. que, sem “constrangimentos”, atravessou a transação do artilheiro Alan Kardec.
O fato, anunciado e, corriqueiro, abre mais uma ferida no conturbado relacionamento das duas agremiações, cujo passado, reporta episódios semelhantes.
A diferença atual é que se no passado o Palmeiras da Gestão Parmalat, tinha munição de sobra para devolver desaforos com juros e correção, o presente, já não conspira com mesmo poder de força.
Mais do que SOBERANIA, a FILOSOFIA, parece estar em cheque no projeto de PRODUTIVIDADE implantado pelo Presidente Paulo Nobre, cuja Gestão de austeridade, encontra resistências dentro e fora da própria Diretoria, contumaz, com a torcida, ávida por resultados imediatos.
Com mais de 80 milhões investidos no clube e, com uma receita reduzida, resta saber quanto de TROCO resta ainda, ao Presidente do Palmeiras, para devolver com, ou sem juros, o baixo golpe desferido contra si, em pleno ANO do CENTENÁRIO do Clube.
Tomara, o Palmeiras, cujo elenco é apenas razoável, recarregue as baterias, antes que o fogo inimigo, volte a sobrevoar os muros que delimitam seu combalido território.
A diferença atual é que se no passado o Palmeiras da Gestão Parmalat, tinha munição de sobra para devolver desaforos com juros e correção, o presente, já não conspira com mesmo poder de força.
Mais do que SOBERANIA, a FILOSOFIA, parece estar em cheque no projeto de PRODUTIVIDADE implantado pelo Presidente Paulo Nobre, cuja Gestão de austeridade, encontra resistências dentro e fora da própria Diretoria, contumaz, com a torcida, ávida por resultados imediatos.
Com mais de 80 milhões investidos no clube e, com uma receita reduzida, resta saber quanto de TROCO resta ainda, ao Presidente do Palmeiras, para devolver com, ou sem juros, o baixo golpe desferido contra si, em pleno ANO do CENTENÁRIO do Clube.
Tomara, o Palmeiras, cujo elenco é apenas razoável, recarregue as baterias, antes que o fogo inimigo, volte a sobrevoar os muros que delimitam seu combalido território.
É esperar pra ver..,

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