sexta-feira, 22 de julho de 2016

Mas e agora, POTIRENDABA: Se CORRER o BICHO PEGA; se FICAR o BICHO COME?


“Nunca, jamais, em tempo algum, a política em Potirendaba esteja tão paradoxalmente calma”:
Quer seja pelas circunstâncias de ingovernabilidade na esfera Federal; por consequência, estadual, quanto mais, municipal, fato é, que ao que parece, ninguém quer! 
Ou quer? 
No entanto, nunca, jamais, em tempo algum, o PMDB “véio de guerra”, tão véio, que nunca soube ao certo se é GOVERNO ou OPOSIÇÃO, tenha ocupado um espaço tão importante em toda sua histórica militância, enquanto Partido. 
Paradoxalmente, Potirendaba, município cuja predominância política, nos últimos 20 anos, com hiato de 04 – tão somente, foi administrado, convenhamos, com reconhecida competência, pela saga Franzotti, ainda quê, o PMDB, âncora de apoio, fosse apenas coadjuvante. Ou seja: nem governo e, muito menos oposição! 
Isto, posto, cabe perguntar: Como teria sido o “reinado” Franzotti, acaso, houvesse tido na íntegra, a chancela de apoio, do interino PMDB, véio de guerra? 
Resposta: sem medo de errar, nem mais nem menos do que a perspicácia desta pareia nata, ousasse vislumbrar e amealhar. Afinal, nunca, jamais, em tempo algum, Potirendaba tenha tido a primazia de contar com tamanha astúcia política, felizmente, no mais amplo sentido. 
Porém, nem só de frutos, mas lógico, não isento de sequelas, passará para a história, as nuances deste enquadramento político/conjugal,  ao longo de tantas conquistas e adversidades, aliás, um dos legados que a política, bem exercida ou não, deixa de herança aos seus “fieis” vocacionados. 
 No entanto, admita-se ou não, quer queiram, quer não queiram; um estranho “VAZIO” passa paradoxalmente a assombrar, tanto SITUAÇÃO, quanto, OPOSIÇÃO; eis que nunca, jamais, em tempo algum, probabilidades, quanto imponderabilidades, estejam tão PERTO, quanto tão LONGE de experimentar do inebriante CÁLICE dessa tentação chamada política CASEIRA. 
PORTANTO, mais do que nunca cabe igualmente perguntar: E agora Potirendaba? Se correr o bicho pega, mas se parar o bicho come? 
Com a palavra, os candidatos à candidatos: Afinal, nunca, jamais, em tempo algum, a POLÍTICA em Potirendaba, por enquanto, pareça tão paradoxalmente, calma! kkkk

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