terça-feira, 3 de março de 2015

MAS PORQUÊ, NÃO, ADRIANA?

 Ainda que pouco nos seduza, não há “argumentos” que resistam às especulações em torno da sucessão para as Prefeituras em 2016.
Cedo ou tarde; perto ou longe; fato é que conjecturas não faltarão na infalível estratégia da “sedução”, seja quais forem as origens ou procedências: basta que haja coragem e competência!
ADRIANA NEVES é EMPRESÁRIA e, PRESIDENTE da Acirp.
Dias destes tive o privilégio de conjecturar – probabilidades e, intensidades, junto a uma dessas – virtuais – personalidades; candidata à candidata, na corrida pela sucessão da prefeitura/16, em rio Preto. 
 Não que ela soubesse; muito pelo contrário, deixei nas entrelinhas, tratar de assuntos correlatos ao cargo que exerce junto à comunidade na presidência da Acirp, pois correto ou não, convenhamos, o órgão que representa tem tudo a ver com o presente futuro e pretérito “prefeito”, não é mesmo? 
 Diante da constatação, me apresento e, de pronto, lhe pergunto sobre os “burburinhos” a respeito de uma possível sondagem de seu nome para pleitear uma candidatura à Prefeitura em 2016:
 Lógico, surpresa, ela emenda: “nossa, então é oficial? (... risos), meu Deus.., Insisto.., Ela se recompõe e enfática responde: “apesar do desafio (nunca imaginei ser “cortejada” para um cargo tão importante), devo admitir que me seduz a “possibilidade” de contribuir mais eficazmente para o bem comum, principalmente quando, a política brasileira como um todo, sofre de uma aparente “anorexia” de crédito: No entanto, neste momento, a “coerência” fala mais alto do que a “consciência” (... risos)
..,
  Sem que a interrompe-se, Adriana conclui:"Consciência seria admitir que poderia sim, não apenas almejar “possibilidades” mas sobre tudo contribuir com - competência, para o bem comum; no entanto “coerência” absolutamente, sobrepõe-se às evidências.., teria que abdicar de meus muitos compromissos empresariais e, pessoais. Portanto, de momento, me enalteço, mas agradeço eventuais conjecturas nesse sentido", conclusão e bença..,
Diante da “resistência” e do “excesso” de “clarividência”, insisto na “pertinência”: 
 Mas porquê, não, Adriana??? 

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