Ainda que pouco nos seduza, não há “argumentos” que resistam às especulações em torno da sucessão para as Prefeituras em 2016.
Cedo ou tarde; perto ou longe; fato é que conjecturas não faltarão na infalível estratégia da “sedução”, seja quais forem as origens ou procedências: basta que haja coragem e competência!
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| ADRIANA NEVES é EMPRESÁRIA e, PRESIDENTE da Acirp. |
Dias destes tive o privilégio de conjecturar – probabilidades e, intensidades, junto a uma dessas – virtuais – personalidades; candidata à candidata, na corrida pela sucessão da prefeitura/16, em rio Preto.
Não que ela soubesse; muito pelo contrário, deixei nas entrelinhas, tratar de assuntos correlatos ao cargo que exerce junto à comunidade na presidência da Acirp, pois correto ou não, convenhamos, o órgão que representa tem tudo a ver com o presente futuro e pretérito “prefeito”, não é mesmo?
Diante da constatação, me apresento e, de pronto, lhe pergunto sobre os “burburinhos” a respeito de uma possível sondagem de seu nome para pleitear uma candidatura à Prefeitura em 2016:
Lógico, surpresa, ela emenda: “nossa, então é oficial? (... risos), meu Deus.., Insisto.., Ela se recompõe e enfática responde: “apesar do desafio (nunca imaginei ser “cortejada” para um cargo tão importante), devo admitir que me seduz a “possibilidade” de contribuir mais eficazmente para o bem comum, principalmente quando, a política brasileira como um todo, sofre de uma aparente “anorexia” de crédito: No entanto, neste momento, a “coerência” fala mais alto do que a “consciência” (... risos)
..,
Sem que a interrompe-se, Adriana conclui:"Consciência seria admitir que poderia sim, não apenas almejar “possibilidades” mas sobre tudo contribuir com - competência, para o bem comum; no entanto “coerência” absolutamente, sobrepõe-se às evidências.., teria que abdicar de meus muitos compromissos empresariais e, pessoais. Portanto, de momento, me enalteço, mas agradeço eventuais conjecturas nesse sentido", conclusão e bença..,
Diante da “resistência” e do “excesso” de “clarividência”, insisto na “pertinência”:
Mas porquê, não, Adriana???
Diante da constatação, me apresento e, de pronto, lhe pergunto sobre os “burburinhos” a respeito de uma possível sondagem de seu nome para pleitear uma candidatura à Prefeitura em 2016:
Lógico, surpresa, ela emenda: “nossa, então é oficial? (... risos), meu Deus.., Insisto.., Ela se recompõe e enfática responde: “apesar do desafio (nunca imaginei ser “cortejada” para um cargo tão importante), devo admitir que me seduz a “possibilidade” de contribuir mais eficazmente para o bem comum, principalmente quando, a política brasileira como um todo, sofre de uma aparente “anorexia” de crédito: No entanto, neste momento, a “coerência” fala mais alto do que a “consciência” (... risos)
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Sem que a interrompe-se, Adriana conclui:"Consciência seria admitir que poderia sim, não apenas almejar “possibilidades” mas sobre tudo contribuir com - competência, para o bem comum; no entanto “coerência” absolutamente, sobrepõe-se às evidências.., teria que abdicar de meus muitos compromissos empresariais e, pessoais. Portanto, de momento, me enalteço, mas agradeço eventuais conjecturas nesse sentido", conclusão e bença..,
Diante da “resistência” e do “excesso” de “clarividência”, insisto na “pertinência”:
Mas porquê, não, Adriana???

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