Mesmo que não a conheça, chame uma mulher de GOSTOSA; até arrisque dizer, oi GORDINHA! .., chame seu melhor amigo ou inimigo de BICHONA!, ou, seu querido pai de CORRUPTO!, mas, jamais, ouse confidenciar a alguém, inclusive à sua própria mãe, acaso você possua uma destas três qualidades: INTEGRIDADE, HONESTIDADE e MASCULINIDADE, pois incorre risco eminente de ser execrado do convívio sócial. Ah! Considere-se feliz, se não for processado e, condenado, por heterogênea incompatibilidade sexual!
Na trama “desamoràvida”, FAMÍLIA, fora de questão, foi enfim, literalmente extinta do vocabulário social vigente; já, SACANAGEM, VIADAGEM e, BANDIDAGEM, são valores exponenciais recorrentes no demoníaco script digitado, a cada diálogo ou capítulo, levado ao ar sob os auspícios da mais poderosa empresa de formação de opinião no país, quê, na guerra pelo IBOPE, vende a alma pro “ANJINHO” rebelde: Ainda que, MACHÃO, BUNDÃO e, BABÃO, Cezar, o grande VILÃO da trama, tivesse chances de regeneração, o AUTOR, prioriza o ódio, como que a justificar sua tara pelos trejeitos do adorável Félix, convenhamos, uma BICHONA, digamos, divertidamente maldosa, capaz de roubar a cena até mesmo do íntegro e bem resolvido Bruno.
Rara exceção, Linda, felizmente, constitui-se no agradável saldo positivo da novela. Em contra posição, pasmem! A doce Amarilys, ainda que mãe de aluguel, é transformada na grande megera da trama, porquanto Nico, com mil fantasmas, consegue direitos paternos sobre duas crianças do mesmo sexo, como que a ratificar sua tara sexual pelo sexo masculino.
Tara, ou não, fato é que nosso enrustido Walcyr Carrasco exagerou, na dose; no conteúdo, na estratégia e, nos dogmas: Nunca, jamais, em tempo algum, uma novela em horário nobre, tenha insultado com tanta agressividade a inteligência e a privacidade dos lares brasileiros; em especial, lógico, a instituição – FAMÍLIA, sob os mais diferentes aspectos que a constitui: moral, espiritual e, existencial.
Ainda que indigne (ainda bem), convenhamos, a sexualidade deve ser tratada e entendida como uma potencialidade que aflora, independentemente da vontade própria; e, como tal, deve ser finalmente, aceita, apesar dos tabus preconceituosos a que a “sociedade” nos submete, mas admitir que a perpetuação da espécie humana, seja possível com a união de duas pessoas do mesmo sexo, é no mínimo, negar existência do Criador. Por tanto, que me perdoem os sépticos: ainda que preconceituoso, prefiro um Deus misterioso, misericordioso, mas Onipotente, a um deus fantasioso evasivo e conivente, cuja filosofia de seus adeptos parece preconizar a insolvência dos dogmas da cristandade.
Plim Plim, meu bem, vem aí mais um CAPETÃO de maledicências.., Aguardem!
Tara, ou não, fato é que nosso enrustido Walcyr Carrasco exagerou, na dose; no conteúdo, na estratégia e, nos dogmas: Nunca, jamais, em tempo algum, uma novela em horário nobre, tenha insultado com tanta agressividade a inteligência e a privacidade dos lares brasileiros; em especial, lógico, a instituição – FAMÍLIA, sob os mais diferentes aspectos que a constitui: moral, espiritual e, existencial.
Ainda que indigne (ainda bem), convenhamos, a sexualidade deve ser tratada e entendida como uma potencialidade que aflora, independentemente da vontade própria; e, como tal, deve ser finalmente, aceita, apesar dos tabus preconceituosos a que a “sociedade” nos submete, mas admitir que a perpetuação da espécie humana, seja possível com a união de duas pessoas do mesmo sexo, é no mínimo, negar existência do Criador. Por tanto, que me perdoem os sépticos: ainda que preconceituoso, prefiro um Deus misterioso, misericordioso, mas Onipotente, a um deus fantasioso evasivo e conivente, cuja filosofia de seus adeptos parece preconizar a insolvência dos dogmas da cristandade.
Plim Plim, meu bem, vem aí mais um CAPETÃO de maledicências.., Aguardem!



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