Posted
by: Marcela
Bonazzi
Essa
semana eu fui ao cinema com a Maki e, por falta de sessões de Delírios
de Consumo de Becky Bloom, fomos assistir Ele
Não Está Tão a Fim de Você.
O elenco é ótimo, tem vários nomes famosos
como Drew Barrymore, Jennifer Aniston, Scarlett Johansson, Justin Long e Ben
Affleck. O filme é bem água com açúcar, mas muito bom. Não que seja
genial; algo que nunca tenha sido visto antes, por que não é!
O que me chamou atenção foi a história de que
existem mulheres que são a regra, e as exceções. Eu vou tentar explicar o que o
filme expõe.
Sabe
quando você está animada com um encontro, mas meio incerta com alguma
circunstância que levou você a conhecer o gato? Pois é, nessas horas sempre
aparece uma amiga que diz que a prima da vizinha da cunhada dela passou por
isso, e hoje estava casada com o bofe, tinha dois filhos e um labrador. Ou
então o cara disse que ia ligar e não ligou (clássico), e a prima do
namorado da sua tia-avó de quinto grau cansou de esperar e ligou de volta pro
cara: hoje em dia eles são milionários e moram na França.
Olhando assim percebemos que esses finais
felizes são tratados como exceção. Isso por que sempre acontece com alguém
distante da realidade e as histórias acabam servindo apenas de motivação para
que a mulher não se afunde muito na depressão e tenha um fio de esperança.
Ninguém
quer ver a amiga numa pior, esperando o cara ligar ou chorando por que tudo
acabou, é aí que entram os parentes distantes com histórias de happily
ever after. Mas, será que mostrar uma exceção, dizendo que ela pode
virar regra, realmente é o melhor? Será que dividir as histórias por regras e
exceções realmente é o certo?
Eu
acredito que não. Namoro há cinco anos com o meu namoradinho da escola, típico
de filme americano, melhor estilo De Repente 30 de ser. Mas isso não quer dizer que
seremos felizes para sempre. Por mais que eu sonhe casar e ficar para sempre
com ele, por mais que eu saiba que meu amor pelo Luiz é maior que muita coisa,
não posso garantir o futuro. A moral é que as histórias dão tão certo quanto
nós quisermos.
Eu dou duro pro meu namoro dar certo, e às
vezes também não é fácil para o Luiz que eu sei. Mas a gente dá um jeito, faz
dar certo. Mesmo quem está solteiro, pode ser que seu destino seja esse, e que
você vá ser mais feliz do que imagina. Ou, quem sabe, seu grande amor pode
estar lá fora, só esperando você cruzar o caminho dele.
O
que eu realmente quero dizer é: não existe regra ou exceção no amor, só a
vontade de amar e estar junto. Não se pode encaixar um relacionamento em nenhum
padrão, não se pode achar que seu destino está em um estereotipo. Quem define o
rumo das coisas são as pessoas envolvidas, e nadamás.
Então viva, não fique só pensando e
imaginando como poderia ser. Se arrisque, tente, se jogue. A vida é uma só,
certo?

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