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Os filhos do FILHO do Brasil,
por Osvaldo Quesada Campos,
Não que sejam filhos biológicos, mas – ideológicos, sem dúvidas: O filme – LULA, O Filho do Brasil, conta a história do jovem que saiu do interior de Pernambuco e se tornou, não apenas o maior sindicalista do país, mas o Presidente de uma nação – sem noção: Sem Terra; Sem Teto; Sem Bolso, mas com – Bolsa, e, com – Bala, principalmente.
O filme retrata a trajetória, digamos, politicamente correta do então sindicalista; omite, porém, o comprometimento ideológico do PT e do Sindicato nas questões polêmicas, como por exemplo, a luta do Partido pelos Direitos Humanos; suas conquistas e, – conseqüências.
Mais do que física, a violência – ideológica, exime culpas e culpados; um legado social, cuja filosofia defende “iletrados”, institui a insurgência até dos “injustiçados”; legitima o crime organizado e, perpetua a impunidade aos intocáveis senhorios do colarinho branco.
Nunca na história deste país, a – violência – ideológica – foi tão democraticamente institucionalizada. Eis que não distingue cor; raça e ou, classe social.
Em cadeia; ou melhor, sem cadeia, a violência, transcende os limites urbanos; aporta ao descampado, como quê, a espreitar o dócil uivar dos vira-latas; porquanto, lá no planalto, os cães ladram, mas a caravana passa.
O “PAI” se esmera em mediar a PAZ no restante do mundo, porquanto, nos morros – os – FILHOS, sucumbem em meio às balas perdidas.
Órfãos do destino – precoces, lá se vão os FILHOS, do FILHO do Brasil, vítimas do acaso; do descaso, da droga; do tráfico; mas principalmente, vítimas da violência ideológica.
Ora, isso nem é pertinente, ou é, meu caro Watson?!
Além do mais, se – Educação não é primordial; mais do que utópico é imaginar de que – diploma – seja sinônimo de cidadania e desenvolvimento. Se assim o fosse, os – FILHOS – do – FILHO do Brasil – herdariam – BOLAS, ao invés de – BALAS, afinal, somos anfitriões dos Jogos Olímpicos e da Copa do Mundo!
Santa soberania, não?!

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